Mostrando postagens com marcador Futebol. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Futebol. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Libertadores

E como penaltis é loteria, o Sport acaba deixando a Libertadores. Acho que agora não há mais desculpas para não terminar minha monografia.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Coisas de torcedor

Sabe o que é pior que ver seu time perder? É saber que seu time mereceu perder. E pior que isso é observar a derrota acontecendo a cada minuto. É saber exatamente que grande erro estava acontecendo ali no campo e ser incapaz de alertar o time sobre o erro.

Lá se foi uma grande vantagem e um grande tabu. Mas espero que com ele não tenha ido a inteligência. Com dois neurônios, era possível um empate. Com três, até uma vitória não seria impossível mesmo depois de começar atrás.

Agora é aguardar é esperar aquilo que sempre considero nulo. A inteligência alheia. Uma certa reação ao resultado negativo. algo que se espera de um time qualquer desses que vivem patrocinados pela grande mídia. No fim das contas, só quero que meu time vença e que faça valer sua vitória. É algo até simples, mas que só se consegue com um pouco de vontade e inteligência.

ps: e que também seja num momento em que essa coisa amarga do álcool não dobre tanto a vista.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Um dia eu ponho um título

Como torcedor do Sport, estou muito feliz pelo que vejo meu time apresentando até agora. É impossível conter um certo sorriso de orgulho quando vejo muitas pessoas na rua com a camisa de meu time. Elas podem ser feias, desdentadas e comunistas, mas que me importa? Meu time venceu e isso basta para olhá-las com uma certa intimidade feliz (sem me aproximar muito, claro. Um sorriso basta).

O mais curioso de hoje, no entanto, foi ver a prova de que o pernambucano é mesmo uma criatura complexada (até no futebol). De repente, é necessário toda imprensa parar para mostrar os gols do Sport e só falar de o quanto somos bons (se bem que justo seria dizer que somos os melhores). Fico bem feliz em só ver os gols mesmo e o jogo pela tv. Estou nem ai para o fato do "sul" (região geográfica que compreende qualquer lugar, com excessão da Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte) prefira ver notícias sobre o fra ou a estréia do gordo no curinthians. Se eles possuem o públicos deles lá (e cá) com interesse nessas coisas, problema deles. Como já disse, fico feliz em simplesmente ver meu time vencer e acho meio brega como o povo aqui fica abestalhado quando um jornalista/comentarista do "sul" fala sobre nós.

Menti antes, o mais curioso não foi ver a reclamação geral de meus conterrâneos por fóruns e blogs espalhados por ai. Curioso foi ver um torcedor do Santa Cruz coleguinha meu ficar feliz com o fato de ter faltado energia na zona sul de Recife durante o jogo. A alegria dele se devia porque os "playbas" iam ficar sem ver jogo. E nisso olho para a figura que tinha dois brincos e usava aquelas camisas baby look... enfim, um típico playba. Mas ele é Santa Cruz que é o time do povo e povo sempre fica feliz quando playba se ferra. Ah é, esqueci de dizer que ele é pernambucano e assistiu o jogo para torcer a favor do Nordeste contra tudo e contra todos!

Como sou otimista, ainda acredito que um dia ainda vamos nos livrar desses moinhos de ventos.



ps: caraca, eu tinha me esquecido como esse clipe é ruim.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Aliviado

Sabe... estou bêbado. Não só pouco bêbado, mas completamente ébrio (só para usar uma palavra diferente). Mas tudo tem um motivo, é bem verdade. O meu é muito simples. Meu time me surpreendeu e vai agora disputar a Libertadores da América. Lembrando que ganhar do Coringão sempre é bão!

ps: será que cabe mais uma estrela?

sábado, 7 de junho de 2008

Explorando o esporte

Eu realmente sou ruim em esportes. Mesmo assim ignoro minha condição de perna-de-pau convicto e constantemente me arrisco entre as quatro linhas com o objetivo de não provocar gols contra meu time (o que nem sempre acontece). Como torcedor também não escolhi um dos melhores do mundo. O meu Sport apenas consegui perder de 3x1 para o Coringão. Se depender da torcida contra-coringão, venceremos a Copa do Brasil e o caneco ficará por aqui mesmo. Mas ok, essas chances de ser campeão não acontecem sempre com meu time. Prefiro ignorar a realidade e sigo torcendo pelo meu time (tipo, pelo menos somos melhores que a Ponte Preta que em 200 anos de história nunca ganhou nem o campeonato paulista).

Mesmo assim o Gussie me atingiu dizendo que não entendo nada de esportes. Tive que concordar em parte e decidi procurar entender um pouco mais sobre algum esporte bizarro e desconhecido. A primeira opção era a luta greco-romana, mas depois que o Pops Racer mostrou o quão legal ela pode ser nem tem mais graça falar nela como luta estranha. Aliás, quase qualquer arte macial é amplamente conhecida. Até estilos de países improváveis, como o Krav Magá de Israel, ou criados para serem 'sem estilo', como o Jeet Kune Do de Bruce Lee, são reproduzidos por semi-nerds anabolizados em diversas academias por ai.

Ah, sem esquecer do ninjutsu, claro. Afinal o que seria da sessão da tarde nos anos noventa sem aqueles filmes de ninjas americanos e garotos ninjas? Também vale lembrar todas as reportagens com aquele povo que acha o máximo ser ninja e diz que tem muita filosofia por trás daquelas roupas discretas.

Enquanto divagava entre o Judo e o Wushu, acabei lembrando da pior e mais bizarra arte macial já inventada: o Sumô. A luta consiste em dois gordos lambuzados de sal, ervas e usando fraldas fio dental que tentam se derrubar mutuamente no chão ou fora do ring. Uma invenção genial dos japoneses que conseguiram criar rituais complexos e deram status a pessoas que conseguiam ser bons naquele tipo de luta. Na verdade, acredito que seja a única luta no mundo que conseguiu fazer isso com os gordinhos (a não ser que você acredite naquele filme do gordo ninja da sessão da tarde). O Sumô também ajudou a desenvolver a tecnologia de prendedores fraldas (graças a Deus Pai Todo Poderoso, elas são muito bem presas). Além disso, os japas gordos foram os primeiros (muito antes das feministas) a mostrarem com orgulho toda a extensão de suas celulites.

Após a breve e aprofundada pesquisa que fiz, fui buscar algo para ilustrar. Acabei descobrindo que os japoneses realmente conseguem tornar qualquer coisa estúpida ainda mais imbecil.



Os americanos não ficam muito atrás ao achar que podem fazer algo legal com lutadores gordos.



Pós-aviso: cuidado ao visualizarem esses vídeos. É necessário ser estômago forte.

No fim aprendi a lição e descobri que é realmente bom ser ocidental. Além disso, pretendo nunca mais tentar entender de esportes e muito menos de arte marciais (com excessão da luta de mulheres na lama; essa ainda merece especializações contínuas).

terça-feira, 3 de junho de 2008

Sul X Nordeste (uma daquelas rivalidades que a Globo inventa)

Pode até não parecer, mas aqui no Nordeste a gente realmente não tem o que fazer. Não parece porque há cidades como Porto Seguro, Salvador, Fortaleza e Recife que dão a entender que sempre teremos chance de encontrar alguma coisa no caderno cultura (nem que seja ajudar uma ONG que limpa catarro de bebês cegos, ou um show exclusivo de qualquer cantor bicho grilo vestido que nem Chico Science e cantando algo entre forró, axé, rock e maracatu). Mas no geral o Nordeste é uma grande faixa de terra sem ter nada para fazer, além de reclamar que a mesma seca de quinhentos anos atrás está fazendo o povo sofrer e pedir ajuda do governo.

Essa falta do que fazer acaba levando os nordestinos a achar que sua própria falta do que fazer é culpa do excesso de coisas para fazer que os estados do sul/sudoeste possuem. Uma lógica muito acertada. Afinal, se seu vizinho é mais rico e culturalmente mais bem formado e diversificado que você, ele está moralmente obrigado a dividir tudo isso com você, pois vocês são vizinhos! Vejamos pelo bom lado, há criancinhas do sul que ficam felizes quando ajudam os pobres nordestinos. Sempre é lindo ver um sorriso no olhar de uma criança.

Não era sobre uma rivalidade social que eu queria falar. Aliás, nem me importo com elas. Mas, ok, há uma que cultivo. Uma rivalidade futebolística. Apesar de eu não achar que ele chegaria lá, meu Sport eliminou o Vasco (com direito a falha de arbitragem e penalti à la Baggio) e está na final da Copa do Brasil. Essa vitória coloca o Sport o mais próximo da Libertadores, mas pela frente temos o time com a maior cartolagem já sonhada no futebol brasileiro. O Coringão tem no histórico uns quatro campeonatos da Série A suspeitos (o último com suspeitas comprovadas e escancaradas) e alguns não-rebaixamentos milagrosos demais.

É um adversário duro. Humilhado ano passado por não ter conseguido permanecer na elite nacional (na ocasião, o Goiás conseguiu um bom resultado contra um Internacional cheio de mágoas pela perda de um campeonato ajeitado para o alvinegro), o Corinthians chega cheio de vontade para ganhar a Série B invicto e já estrear na elite nacional e na Libertadores no próximo ano. Parece tudo muito ajeitado para que esses sulistas atinjam suas metas. Só falta combinar com o Sport.

O Sport está fazendo uma campanha belíssima na Copa do Brasil. Tirou Imperatriz-MA (grande potência maranhense), Brasiliense (campeão distrital), Palmeiras (campeão paulista de nariz em pé), Internacional (campeão gaúcho que comemora antes da hora) e por fim o Vasco (com Edmundo, o melhor cobrador de penaltis do mundo). O Sport vem melhor e derrubou melhores. Basta que não aconteça nada de suspeito para que ele consiga o caneco inédito para o Nordeste (e do jeito que somos por aqui, vamos nos gabar durante anos de ter conseguido algo que lá é comum. Quase como quem diz com orgulho e sotaque: 'Aqui tem coca-cola, sim!').

Agora chega de parêntese. Até lá, esperemos o resultado (e que seja positivo).

domingo, 8 de julho de 2007

Lição de Jornalismo da Band

Fernando Fernandez, repórter da Band, entrevistando Alexandre Gallo, técnico do Internacional:
“O que o senhor achou na escalação do Corinthians?”
Fernando Fernandez, repórter da Band, entrevistando Eurico Miranda, cartola e eterno presidente do Vasco:
“O senhor acha que o Corinthians se preparou bem para a séria A deste ano?”
Fernando Fernandez, repórter da Band, entrevistando bombeiro em resgate:
“O que você pensa do Corinthians?”
Fernando Fernandez, repórter da Band, entrevistando açougueiro ilegal que despejava sangue de abate em rio pernambucano:
“Você acha que o Corinthians deve querer o Carlos Alberto de volta?”
Fernando Fernandez, repórter da Band, entrevistando o Senador Renan Calheiros:
“Depois de duas derrotas consecutivas, o senhor considera o Corinthians em crise?”
Fernando Fernandez, repórter da Band, entrevistando Presidente Lula:
“O senhor acha que bastaria o Corinthians para o Brasil vencer o Pan?”
Fernando Fernandez, repórter da Band, entrevistando Kofi Annan:
"O senhor acha que o Corinthians pode chegar ao mundial deste ano?"
Fernando Fernandez, repórter da Band, entrevistando um Marciano:
“Como você assiste aos jogos do Corinthians?”