Words are not meant to stir the air only: they are capable of moving greater things.
quarta-feira, 15 de agosto de 2007
Letras e Artes e estágios
Com todos alimentados, finalmente pudemos seguir com a programação. Era a hora da homenagem a um grande poeta paraibano, que escreveu três livros e ficou conhecido como o Poeta das Gardênias, William Ferrer, que não tem (nem terá) verbete na wikipedia. Foi mais ou menos nessa hora que eu descobri que a grande virtude desse poeta, além de cantar as noites e as gardênias, foi dirigir a Academia de Letras e Arte do Nordeste. Descobri também que estavam presentes vários poetas e escritores dessa academia. Mas o que me deixou surpreso foi a existência dela.
Só contando com membros esquecidos e que comemoram a venda de 1.000 livros após uns 10 anos de publicação, a academia apenas serve de clube da terceira idade para quem escreveu um diário ou algum garrancho na parte de trás do caderno. Ainda bem que saí correndo de lá antes de encontrar alguém que tivesse um blog. Minha mente pura não consegue imaginar o quão hediondos devem blogs de escritores completamente obscuros e nordestinos.
...
Enquanto pesquisava algo sobre a existência dessa academia para fazer a matéria ter mais de 3 linhas, acabei descobrindo que ela não é um caso ímpar. Parece que todas as cidades têm clubes de terceira idade para esses velhos escritores. Ainda bem que eles só mantém isso para eles. Ia ser ruim se o governo os descobrisse e forçasse nossa pobre juventude a conhecê-los.
quarta-feira, 8 de agosto de 2007
Casablanca
God Damn it, parece que tudo isso e muito mais vai ser verdade pelas bandas de lá. Já ouço a trilha sonora, o cheiro de incenso e um preto-e-branco fake. Bem que poderiam deixar os clássicos como clássicos; intocáveis.
Fonte:
http://cinema.uol.com.br/ultnot/2007/08/08/ult26u24594.jhtm
quarta-feira, 25 de julho de 2007
Obrigado, jeeves!
segunda-feira, 23 de julho de 2007
Ditado de minha avó proibido por lei
Confesso que nunca vou entender, mas que é proibido, é. Agradeço ao Spike Lee com seu 'Do the Right Thing' por me lembrar dessas coisas que estavam num passado remoto.
domingo, 15 de julho de 2007
Retrato de Dorian Gray
terça-feira, 10 de julho de 2007
Quem é John Galt?
Isso são as caricaturas dos personagens. Existem três modelos nessa obra: os fodas (são bons em tudo e mantém o mundo funcionando por milagre), os médios (são bons, mas não o suficiente para manter o mundo funcionando) e por fim os saqueadores (que são gordos, feios, moralmente errados, preguiçosos, violentos, medrosos, e blá blá blá). Isso realmente vai cansando no decorrer da história de tal forma que qualquer personagem diferenciado que apareça nos atrai.
Isso é o mendigo que representa o ápice do livro. As vinte páginas dedicadas a esse personagem já dariam um livro, além de ser um dos melhores discursos. É genial. Ele salva o livro de um quase fracasso. Além disso, é um dos poucos discursos que surgem na hora correta. Ayn Rand parece gostar de discurso e os coloca nos lugares mais indevidos, como numa festa de ricaços ou em uma rádio.
domingo, 8 de julho de 2007
Lição de Jornalismo da Band
“O que o senhor achou na escalação do Corinthians?”
“O senhor acha que o Corinthians se preparou bem para a séria A deste ano?”
“O que você pensa do Corinthians?”
“Você acha que o Corinthians deve querer o Carlos Alberto de volta?”
“Depois de duas derrotas consecutivas, o senhor considera o Corinthians em crise?”
“O senhor acha que bastaria o Corinthians para o Brasil vencer o Pan?”
"O senhor acha que o Corinthians pode chegar ao mundial deste ano?"
“Como você assiste aos jogos do Corinthians?”
quarta-feira, 27 de junho de 2007
Atendendo a sugestões...
Wish me luck, pals!
sábado, 9 de junho de 2007
Direito de Resposta
Para começar, vamos em cima do estilo. Piratas do Caribe é um filme de humor ou fantasia infanto-juvenil, certo?
Errado. Ele é de um gênero bastante conhecido de filmes, mas pouco famoso como gênero: Swashbuckler. A wikipedia tem um explicação legal ao termo como também uma lista de personagens famosos e autores famosos dentro desse estilo.
Jack Sparrow não é um gênio do humor, mas ele interpreta perfeitamente um Swashbuckler. Alguém que enrola mais do que briga. Que se acha o tal mesmo sem fazer nada de espetacular. E que abusa da boa vontade de todos para continuar vivo. Vamos dizer que só faltou o "buckler" (um pequeno escudo redondo que era fixado no ante-braço oposto ao da espada) para ele ficar completo. Levando em consideração isso: sim, Jack Sparrow é genial, como também o são alguns outros personagens do filme.
Mas vá lá. Ele pode não ter um enredo tão bom assim. E também procuro entender até agora porque precisavam do sangue do cara para quebrar a maldição, no primeiro. Mas deixando isso de lado, dá até para achá-lo um bom filme. Se não, pelo menos um verdadeiro filme de Swashbucklers.
terça-feira, 5 de junho de 2007
quinta-feira, 31 de maio de 2007
segunda-feira, 28 de maio de 2007
Ministro à japonesa
Se todo ministro brasileiro seguisse esse exemplo, quando fosse acusado de roubalheira, aí sim a PF seria "canalha". Mas só para os políticos, pois o povão ia gostar.
terça-feira, 22 de maio de 2007
Lendo por que?
Voltando: Leitura não é causa de anti-sociabilidade, muito menos de inteligência. Essas são duas lendas. Ninguém fica mais inteligente porque lê. No máximo vai escrever um pouco melhor por observar estilos e palavras com uma freqüencia maior que os outros. Mas inteligência é algo inato que pode ser aprimorado através do estudo, mas nunca nascendo deste.
Também não creio que alguém vá deixar sua vida social pela companhia dos livros. Se deixar, é porque o ciclo social dessa pessoa deve ser tão entediante que vale mais a pena ficar em casa lendo José de Alencar e Raul Pompéia enquanto sente convulsões suicidas por causa da leitura. Mas é provado estatisticamente que esse número de pessoas tende a zero.
Leitura é um bom passatempo; nada mais. Principalmente num domingo à tarde ou num sábado solitário, quando a nossa excelente programação se digladia por 3 pontos de ibope. Chego a pensar que os livros sejam espécies de concorrentes desleais da tv, mas logo lembro dos preços pouco agradáveis e do número reduzido de bons autores. Não há o que Gugu e Faustão possam temer nessa ameaça.
ps: note-se que me refiro à literatura e não aos livros acadêmicos. Estes caem do nível de passatempo ao nível de total perda de tempo. Mas podem ser úteis como auto-ajuda se você pensar em escrever algo e notar que há sempre alguém pior que você escrevendo sobre nada por ai, além de ser aparentemente sendo reconhecido por isso.
segunda-feira, 14 de maio de 2007
Boo Boo, gentlemen!
Os fantasmas são os mais diversos possíveis. Vão desde gasparzinhos camaradas às representações do próprio diabão pregando peças em inocentes e culpados. Particularmente gostei mais da história de Hind, o quase Robin Hood (só não distribuía o que roubava entre os pobres), recebendo um aviso light do malvadão. Light, mas suficiente para fazer o meliante encher as calças e a pensar na sua vida.
Aliás, a polícia deveria usar aparições no combate ao crime e na manutenção da justiça. As aparições inglesas parecem ter um know-how extenso no assunto que poderia nos ajudar. Mas infelizmente aparição no Brasil só de bicho da selva e daquelas coisas que "baixam" nas pessoas pra beber, fumar e dançar. Essas não ajudam muito. Nisso que dá viver num país onde até mesmo os fantasmas são subdesenvolvidos. Mas chega de viagem!
Enfim não há muito o que dizer. Apenas que vale a pena perder 30 minutos lendo (é impossível demorar mais, exceto em casos de analfabetismo), pois o livro é mui bonzinho.
sexta-feira, 11 de maio de 2007
Sobre desistências e economia e outras coisas.
Mas depois de críticas severas do garoto gelado que não tem papas congeladas na língua, decidi tomar uma postura em relação aos livros. Nada mais de perder tempo, que é escasso, com bobagem. Ler somente o necessário e o promissor. Portanto vou jogar o Habermas da biblioteca fora e queimar aquelas referências de livros em francês com títulos de mais de uma linha. Agora é questão de Atitude com Azão!

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Falando em Azões, andei me arriscando em conhecer um pouco mais dos fundamentos da economia austríaca moderna em um livro de mesmo nome, que consistia numa compilação de ensaios de alguns autores. Felizmente havia um cara legal (M. Rothbard), que foi bastante educativo quanto a proposta do livro, além de falar mal com razão das econométricas. Particularmente amei a explanação dele sobre a moral no liberalismo e quando ele fala ele fala nos axiomas.
Não tão felizmente, mas ainda válido, havia um cara chato que escrevia bem (I. Kirzner) que soube falar dos fundamentos mesmo sem acreditar em alguns deles. E também foi meio sem noção ao tentar refutar um fundamento com um exemplo que só fazia prová-lo. Desconfio que ele seja comunista para argumentar dessa forma.
E infelizmente havia um chato que escrevia mal, errado e paranóico (L. Lachmann). Com esse apliquei a minha Atitude e não suportei mais que duas páginas (eu sei que eu deveria ter desistido só de olhar, mas desistir já na segunda página pode ser considerado um progresso quando se fala de uma pessoa que só desistiu de O Ateneu na metade).
Havia uns outros lá de contribuição insignificante e que não merecem comentários. Só gente pegando carona no livro dos outros.
No mais é um bom livro que só pode ser encontrado em bibliotecas na sessão de "leitura de fim de tarde" ou de "durante aulas", pois é rapidinho. Mas talvez haja alguma versão online, sei lá. Ai vai o nome no original para quem quiser procurar: The Foundations of Modern Austrian Economics.
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Para quebrar o gelo, ai vai um vídeo engraçadinho de vaquinhas que Gustavo deve dizer que é antigo e que mais da metade da rede já conhece.
Também vai um manual de bebedores que é muito educativo e deveria ser regra nas escolas, digo, nos bares (o qual Gustavo também deve conhecer e vai me chamar de desatualizado ou de sem graça porque ele é crente e não bebe).
segunda-feira, 30 de abril de 2007
Esse é ruim mesmo, mas nem me importo
Chove lá fora. Ainda bem. Carro fechado. Desembaçador ligado. Um abafado infernal. Tão abafado e tão infernal quanto as buzinas lá fora. Por que todos eles se incomodam tanto comigo? Só vou roubar-lhes um minuto de suas vidas no máximo. E nesse mesmo máximo, posso estar salvando a vida de alguns e matando outros. Tudo é um monte de possibilidades mesmo.
Por exemplo: qual era a minha chance de passar no semáforo amarelo? Zero. Mesmo assim passei porque não dava para parar. O que é uma mentira, pois dava, minha pressa me levou a me arriscar. Agora me arrisco a sofrer uma multa e a sujar o nome de meus ancestrais. "Mamãe vai bem?". "Vovozinha criou, né?", devem estar gritando lá fora. Já conheço os xingamentos. São normalmente os que faço quando estou do outro lado.Por que estava com pressa mesmo?h sim. Pegar os meninos na escolar e levar para o médico. Eu deveria ter pensado num motivo mais nobre para sofrer uma multa. Tipo, salvar o mundo ou simplesmente minha avó com parada cardíaca. Correr da polícia era uma boa também, apesar de não ser nobre.Nobreza é uma coisa que está em falta no trânsito. Tenho certeza que se estivesse numa Inglaterra, o máximo que me aconteceria seria a aproximação de um senhor de postura perfeita, numa farda azul quase negro e bigodes volumosos dizendo: "O senhor está cometendo uma infração e atrapalhando a vida dos outros usuários do trânsito. Por favor, seja um gentleman e não repita mais esse ato terrível. Aqui está a sua multa, obrigado".Mas não. Estou no Brasil. Já vejo uma figura com bucho de chopp, farda cor de barro seco e bigode ralo e desigual. Já vou deixando a carteira no banco do passageiro. Logo terei que consultá-la mesmo. É tudo questão de costumes e práticas. Mas que diabos?! Essas paradas forçadas levam a gente a pensar em cada besteira!E o pior é que ainda vou me atrasar.ps: outro teste do Office.
sexta-feira, 27 de abril de 2007
O Livro das Fábulas

No entanto não esperava que essa capa ai do lado fosse trazer o mesmo problema. Afinal, tratava-se de Hermann Hesse, o grande autor de Sidarta, O Lobo da Estepe, Demian e mais outros merecedores de top ten (minto, top five) para qualquer um. É claro que qualquer livro desse cara tem que ser famoso.
Mas não. Estava errado. Quando achei esse livro sujo e empoeirado numa estante cheia de livros sujos e empoeirados na casa de minha avó, fiquei eufórico. "Nossa! Um Hesse! É meu!". E levei esse mais outros livros que ainda vão aparecer por aqui vindos daquela estante cheia de livros sujos e empoeirados. Mas vou fazer o possível para eles aparecem mais limpos, ou ao menos menos sujos.
Mas voltando: estava errado. Fui nas grandes livrarias e não achei nem o verbete desse livro. A busca "Hesse+Fábulas" trouxe-me tudo menos ele. Até que arrisquei-me em outras línguas. A primeira em que achei algo próximo foi a dos nossos irmãos que diferem de nós apenas nos actos (ou seria nos factos?). Em uma editora portuguesa existia três livros de contos, inclusive contos que Hesse escreveu com 10 anos de idade. Link pra quem quiser gastar. Mas nada desse livro ai de cima.
O livro é a reunião de vários contos e quase nenhuma fábula. Muitas tratando do tema religioso e de uma moral quase sempre inevitável (tudo bem, são fábulas...). Mas ficar lendo a história de santos que quase se perdem por causa de pãezinhos com gosto de surpresa, não é lá muito minha praia. Aliás nem gosto de praia.
Mas o livro é muito bonitinho e encantador. Mesmo os santos, os históricos e os inventados, são personagens interessantes que nos fazem torcer a seu favor. O único personagem que reamente achei odioso, foi a esposa de um fazendeiro que o seqüestrou e o mandou para índias orientais como marinheiro semi-escravo, só porque ela o achava gordo. Ela merece raios na cabeça.
Uma coisa legal é que Hesse em pelo menos três momentos faz contos sobre o fazer dos contos. Dá margem até a algumas idéias de como ele fez esse livro e de como ele não poderia ficar de outra forma. É a obra de um mestre. Está no meu top five, ganhando posições a cada livro que leio.
Além disso, este livro realmente merece a leitura (se você conseguir encontrá-lo em uma estante sujo e empoeirada na casa de sua avó).
Ai vai uma pitada:
"- Vossa senhoria deve ter um pouco mais de paciência. Uma boa história é como uma boa montaria. A caça brava vive escondida e é preciso armar emboscadas e ficar de tocaia horas e horas a fio, na boca dos precipícios e florestas. Os caçadores mais apressados e impetuosos afugentam a caça e nunca obtêm os melhores exemplares. Deixai-me pensar..."
sábado, 14 de abril de 2007
Tender is the Night

Antes de falar do livro propriamente dito, preciso dizer que ele me leva a dois insights. O primeiro é derivado do nome. Não conseguia deixar de ouvir Strangers in the Night quando o lia. No ônibus, na chuva, no carro, no avião, na cama, no chuveiro, onde eu lia o livro, começava logo a tocar a música na voz de Frank Sinatra. Ela se encaixa bem ao livro, mas não exatamente. O segundo insight já vai mais no livro e mais no personagem central, mas antes é preciso dizer algumas coisinhas.
Nas primeiras trinta páginas somos bombardeados por nomes, lugares e descrições que colocam esse início quase do nível do Senhor dos Anéis. É um começo chato até você perceber que a narração está em Rosemary Hoyt, uma atriz recém-famosa, e até esta frase surgir:
"He looked at her and for a moment she lived in the bright blue world of his eyes, eagerly and confidently".A partir daí a história muda e muito. Primeiro porque Rosemary não é a personagem central, mas é aquela que causa a mudança no Dick Diver, um jovem doutor psicanalista que sofre uma verdadeira metamorfose até o fim do livro. É ai onde tenho o meu segundo insight. Dick Diver, com um nome desses ele é exatamente aquilo que o nome sugere, de forma bem pevertida. Mas isso era um comentário desnecessário, whatever...
Como trama, Dick, Nicole e Rosemary estabelecem um triângulo amoroso que consome toda uma relação perfeita. É o que alimenta a transformação de Dick. Esse amor que ele sabe que não pode dar a Rosemary e que é incompleto para Nicole. Isso o consome até o terceiro volume, dedicado a ele.
Os três volumes que compõe o livro poderia ser vistos assim:
1 - O brilhante casal Diver na sua magnitude, visto por Rosemary.
2 - Instrospecção em Dick, o psicanalista, e as razões de sua mudança.
3 - O triste casal Diver e a queda de Dick, visto por vários.
Chamem-me de spoiler, mas fica bem claro no livro que toda essa agitação do entre-guerras. Uma agitação bem norte-americana, mais ou menos o período em que eles percebem que não são mais ingleses e que começam a se achar algo mais que eles. Tudo sai bem natural, bem ao modo de que não poderia ser de outro jeito por mais que você torça.
No mais, vale as horas de leitura e para variar aconselho a versão inglesa, pois até o francês e o italiano soam mais natural nelas. Fora Fitzgerald gosta de escrever alguns sotaques esquisitos, mas reais. Claro que ele faz de forma legal e não como muita gente por ai que acha o máximo escrever "jaum" e "naum".
Algumas citações para dar um gosto, vão do modo que estavam no livro:
"I want to give a bad party. I mean it. I want to give a party where there's a brawl and seductions and people going home with their feelings hurt and women passed out in the cabinet de toilette. You wait and see".
"See that little stream - we could walk to it in two minutes. It took the British a month to walk to it - a whole empire walking very slowy, dying in front and pushing foward behind. And another empire walked very slowy backward a few inches a day, leaving the dead like a million bloody rugs. No Europeans will ever do that again in this generation".
"It sound nonsense to me."
"Maybe it is, Dick. But, we're a rich person's clinic - we don't use the word nonsense..."
Meanwhile he had projected a new work: An attempt at a Uniform and Pragmatic Classification of the Neuroses and Psychoses, Based on an Examination of Fifteen Hundred Pre-Krapaelin and Post-Kapaelin Cases as they would be Diagnosed in the Terminology of the Different Contemporary Schools - and another sonorous paragraph - Together with a Chronology of Such Subdivisions of Opinion as Have Arisen Independently.
terça-feira, 10 de abril de 2007
anônimo
- Gostaria de falar com a "sua mãe" (na verdade, ele disse o nome dela, mas nome de mãe deve ser protegido sempre)
- De onde fala?
- Da Comissão de Energia Nuclear.
OH! Minha mãe é uma fuckin' terrorist! Agora entendo porque ela não gostou de 300.
domingo, 1 de abril de 2007
Testando o Office 2007
Isso aqui vai mais como um teste para esse novo Office legal e bonitinho que a Microsoft fez. Até agora a única falha encontrada foi o preço. Com isso não há inclusão digital que dê certo.
Mas vamos falar mal um pouco da Globo e da Xuxa, que são duas entidades malignas entre os adeptos das artes sócio-acadêmicas. Sinceramente cada vez mais a Globo piora a sua seleção para a sessão X da Xuxa e os novos desenhos que começarão em Abril também prometem uma ruindade sem igual. Ok, eu exagero, nem todos os que já passaram por aquela sessão são ruins. Desses, eu retiraria:
Bob Esponja: um pop mundial; se chegou na Globo é porque o sucesso era garantido. Quase como um Simpsons. Só que um pouco mais quadrado.
Danny Phantom: Um achado interessante da Globo. Um menino que ganha poderes de fantasmas e vai tendo problemas em controlá-los para poder vencer diversos adversários fantasmas. O que é interessantes é que de fato todos os fantasmas são poderosos de um certo modo e todos oferecem um certo desafio ao Danny e seus amigos. Bom achado...
Jackie Chan: O melhor desenho já encontrado pela Globo. Constituído por quatro ou cinco sagas, envolvendo muita magia, artes marciais e personagens marcantes como o Tio "Mais uma coisa!", a Jade "Dã ã" e o próprio Jackie.
Além desses teria aquele das Espiãs, mas o problema é que depois de três episódios ele se torna chato...
Agora o que ninguém mais agüenta ver é Power Rangers de novo, nem animes censurados (Dragon Ball). Pelo amor de todos os deuses, desistam deles Globo! Desistam deles crianças! Até os japas desistiram de produzir seriados estilo Power Rangers, porque os produtores deles não aprendem também?
(ps: Sim! Funciona! Só preciso aprender a editar agora...)
