quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Compensação histórica

Já que a lei moral da moda do Brasil é a da compensação histórica para os que tiveram os direitos usurpados (palavrinha feia, hein)... Quero meu império alexandrino de volta!


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Um ps: olha a prova de que esse território é meu de direito com a lista de meus antepassados nessa irrefutável e séria enciclopédia eletrônica.

http://en.wikipedia.org/wiki/Soter

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

História do Cerco de Lisboa

Raimundo Silva tinha uma pacata vida de revisor literário até que num instante de impulso, ele comete um crime: ele troca um sim por um não. Na verdade não foi um simples sim que foi trocado pelo não. O sim que foi trocado mudaria por completo a História do Cerco de Lisboa. Ao contrário do que se esperaria num romance de Saramago, a história não muda. Os portugueses de fato tomaram Lisboa com o auxílio dos cruzados. A única diferença é que agora temos um revisor em situação delicada.

Mas é essa situação delicada que muda a vida de Raimundo Silva. A gráfica no intuito de evitar esse tipo de constrangimento novamente contrata a diretora de revisão Maria Sara. E, surpreendentemente, o já velho Raimundo Silva experimenta o amor dos jovens. Maria Sara experimenta o mesmo sentimento de Raimundo Silva, mas faz uma exigência: que Raimundo Silva escreva a história do cerco de Lisboa a partir daquele não.

Isso é curioso num autor de temas fantásticos e bastante pensativos. A história do cerco de Lisboa é relegada a um segundo plano, enquanto o que é de fato narrada é a história de Raimundo Silva e Maria Sara em paralelo a história de Mogueime e Ouroana, um soldado e uma escrava de guerra que representam os dois primeiros na história do cerco.

Um livro bem light para este autor exigente. Mas é o tipo de livro que pode ser um pouco cansativo para os que não conhecem Lisboa. Há descrições minuciosas que comparam a Lisboa do cerco com a Lisboa atual. Isso para nós que não conhecemos não significa nada. Mas para entender melhor o livro pensei no carnaval de Olinda, afinal é o que tenho mais próximo de uma guerra de cerco na minha mente. O povo de cima são os mouros. Que vem subindo as ladeiras são os portugueses. Muros de carne se formam evitando que uns desçam e que outros subam. Mas no fim todos sabem que os de baixo magicamente vão subir e dominar a Sé, cansados, sujos, suados e machucados. Agora é só esquecer que eles vão descer para não acabar numa contradição.

Mas viagens à parte. História do Cerco de Lisboa é um ótimo livro para se começar em Saramago. Não haverá fuga à lógica nem grandes moralismos ou dilemas. Infelizmente também não haverá muitas frases de efeito. Mesmo assim, vale uma tarde de segunda lendo.

domingo, 6 de janeiro de 2008

Citação

Eu sei, eu sei. Sinto-me péssimo em fazer um post baseado em coisas dos outros, mas quando li isso aqui num site por ai, não deu para resistir. Foi extraído de uma das partes mais comoventes do Guia do Mochileiro da Galáxia. Uma parte totalmente excelente. Ai vai.

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A towel, it says, is about the most massively useful thing an interstellar hitch hiker can have. Partly it has great practical
value - you can wrap it around you for warmth as you bound across the cold moons of Jaglan Beta; you can lie on it on the brilliant marble-sanded beaches of Santraginus V, inhaling the heady sea vapours; you can sleep under it beneath the stars which shine so redly on the desert world of Kakrafoon; use it to sail a mini raft down the slow heavy river Moth; wet it for use in hand-to-hand-combat; wrap it round your head to ward off noxious fumes or to avoid the gaze of the Ravenous Bugblatter Beast of Traal (a mindboggingly stupid animal, it assumes that if you can't see it, it can't see you - daft as a bush, but very, very ravenous); you can wave your towel in emergencies as a distress signal, and of course dry yourself off with it if it still seems to be clean enough.
More importantly, a towel has immense psychological value. For some reason, if a strag (strag: non-hitch hiker) discovers that a hitch hiker has his towel with him, he will automatically assume that he is also in possession of a toothbrush, face flannel, soap, tin of biscuits, flask, compass, map, ball of string, gnat spray, wet weather gear, space suit etc., etc. Furthermore, the strag will then happily lend the hitch hiker any of these or a dozen other items that the hitch hiker might accidentally have "lost". What the strag will think is that any man who can hitch the length and breadth of the galaxy, rough it, slum it, struggle against terrible odds, win through, and still knows where his towel is is clearly a man to be reckoned with.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Um Conto de Natal (atrasado)

Todas as histórias de Natal já foram escritas, cantadas, narradas ou mesmo dançadas (vai saber como). É fácil chegar a essa conclusão apenas dando um passeio por ai ou assistindo à sessão da tarde. Ainda assim é possível entre uma lembrança e outra conhecer alguma.

Charles Dickens é um mestre em falar de pobreza como algo bonitinho (quase miguxo). Talvez isso aconteça por causa do ofício de jornalista que ele exercia, mas até hoje essa influência não foi provada. No entanto, apesar de trabalhar no que trabalhava, ele é um autor de estilo e originalidade raras. Seu conto de Natal é uma prova disso.

Mesmo no tempo de Dickens, todas as histórias de Natal já estavam escritas, a sessão da tarde apenas as atualizam de acordo com o período. Seu Conto narra o sonho de Natal de um velho ranzinza chamado Scrooge (Isso mesmo, o tio Patinhas).

Na véspera de Natal, Scrooge é visitado pelo fantasma de seu antigo sócio, que o alerta de um ultimato que o velho ranzinza receberá. O ultimato é a visita de três espíritos, o Espírito do Natal Passado, o Espírito do Natal Presente e o Espírito do Natal do Futuro. Eles mostram ao velho o que ele fez, o que ele vem fazendo e como terminará. Scrooge é tocado pela mensagem dos espíritos e muda completamente sua vida.

É um conto bonitinho e meigo, no entanto consegue ser duro e cruel quando necessário, coisa que só Dickens poderia fazer. E deixa uma forte mensagem de mudança. Melhor que qualquer livro de auto-ajuda, Um Conto de Natal de Charles Dickens é um bom texto para se ler em qualquer época. Sua mensagem independe de épocas, afinal sempre há tempo para mudanças.

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Falando em mudanças. Lá se vai mais um ano. Espero que 2008 seja um ano melhor e que me traga muito mais dinheiro, surpresas e felicidades! E quem sabe dessa vez eu não ganhe na loteria...

Ah sim, e aos fantasmas que vierem por aqui, podem pegar um pouco desses votos emprestados.

domingo, 16 de dezembro de 2007

Coisa que nunca vou entender

Por que mulheres usam salto alto no centro da cidade? O que levaria uma pessoa em plena consciência escolher se equilibrar num fio alto e pegar um ônibus sambando em direção a um lugar onde o mais raro será encontrar uma superfície plana? Vai entender...

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

The Hitchhiker's Guide to the Galaxy

Esse comentário demorou a sair, mas agora vai. Ficção científica é algo chato, não é? Isso é um fato. É chato de doer e é raro que algum autor de ficção científica consiga sair do mundo 'nerd'. Mas ai vem a dúvida: como um livro chamado O Guia do Mochileiro das Galáxias pode ser algo bom?

Simples. Apesar do nome declaradamente nerd, este não é um livro de ficção científica. Claro que há elementos disso nele, como ETs e naves espaciais, mas esse não é o ponto do livro. Aliás, pode-se dizer que este é um livro sobre nada e é justamente por isso que é bom.

No primeiro capítulo, a Terra explode e de lá só sobra um ser humano que não pode fazer nada em relação a isso. Basicamente, é um livro sobre a história de Arthur Dent, o último homem do universo, e de como ele passa por uma série de situações improbabilíssimas para sobreviver. Claro que isso leva ele a perceber que está num esquema muito maior, mas que sua presença nele é puramente acidental.

Até ai temos um livro comum do gênero. Para variar, é nos detalhes que encontramos a genialidade do livro. Ele foi criado originalmente como um programa de rádio. Dai quando foi adaptado nota-se que o Douglas Adams tem habilidade em produzir imagens e sons com as letras; as vezes o livro parece até um roteiro de rádio agradável de se ler. Descreve só o necessário e dá muito espaço aos diálogos rápidos. Isso deixa o livro leve e capaz de ser lido numa tarde.

Outro ponto positivo do livro é que ele sempre traz surpresas ao leitor. A página seguinte é sempre um mistério, a não ser que você espere sempre os absurdos mais improváveis. Há muito o que se falar nele, mas ai seria um spoiler atrás do outro.

No mais vale muito a pena a leitura e dou destaque ao capítulo dos pensamentos da baleia. Este é simplesmente genial!

sábado, 24 de novembro de 2007

Viagem sentimental a Petrolina e Juazeiro

Petrolina
A seca no litoral pernambucano me forçou a pegar um pau-de-arara cheio de estudantes bêbados, que haviam secado o estoque de álcool da capital e buscavam mais no interior, e me dirigir ao interior do estado. Após 12 horas de estrada e apenas 2 de sono, vimos aquilo que foi o objeto de nossa viagem. Nos quatro dias que passei tentando atingir meu sonho de América no sertão deu para notar algumas coisas na cidade:
- O sol não tem a menor moral lá. 40 graus na cara, clima seco, empoeirado e nenhuma gota de suor. Bom para se manter limpo, não fosse a poeira.
- O shopping de Petrolina tem três passos de interior. Todo esse espaço é preenchido pela nata petrolinense, que envolve patricinhas, mauricinhos, posers e crentes. Todos mui bem produzidos para ver os dois filmes em cartaz nO cinema da cidade.
- Singrei os sete mares do velho Chico, observando a vida marinha e o acasalamento das piranhas. Algumas tentaram acasalar com a tripulação, mas felizmente conseguimos aportar antes.
- Pude conhecer uma vinícola de perto e ver a vida de turistas idiotas e velhos no seu habitat natural. Lá também posso dizer que experimentei de tudo um pouco (exceto dos turistas, claro).
- Também vi que Petrolina é um péssimo lugar se você quiser se vangloriar de seu sotaque. Todo mundo tem o sotaque de algum lugar por lá. Os gaúchos falam como gaúchos, os baianos como baianos e os cariocas como os chatos que são. Só os petrolinenses de fato falam sem sotaque, mas estes são uma espécie em extinção.
- Visitei o Bodódromo. Local onde não um bode.
- Vi a maior concentração de mangueiras urbanas na face da terra. Cada casa tem pelo menos três.

E por fim voltei no mesmo pau-de-arara. Mas dessa vez os estudantes não suportaram a dor de ter seus sonhos despedaçados com o sumiço do álcool de Petrolina.

Mas ainda há duas importantes coisas para falar sobre a outra dádiva do São Francisco. Mas esta fica do lado baiano.

Juazeiro
- A cidade tem dois prédios com ótima vista para Petrolina.
- Lá há placas de bairros como placas de ruas. Weird.

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ps: Há que se agradecer a família que recebeu este chato que escreve forma como se fosse rei quando na verdade era um retirante.
pps: Para variar, como em qualquer viagem, fico com a sensação de que perdi alguma coisa. Mesmo sem ter perdido nada.
ppps: Como promessa é dívida e disso eu corro: Um beijo gostoso, Cris.

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Pra não passar em branco

Hoje foi o dia da consciência negra. Por algum motivo aleatório, houve folga em diversos estados. Muita gente leva a sério esse dia de pensar naquilo que deixou sua consciência pesada.

ps: tão ruim esse. Mas é só pra dizer que logo haverá um Petrolina Tales por aqui.

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Mais educação

Amanhã vai rolar uma audiência pública muito interessante na assembléia de pernambuco. Vai ser discutido um projeto de lei que basicamente vai transformar as escolas públicas estaduais naquilo que realmente são: lixões.

A idéia é simples. As escolas passarão a ser pontos de coleta seletiva, o que não será problema já que todas são ricas em infraestrutura. O lixo acumulado vai servir para ser vendido e gerar renda para ser aplicada em projetos educacionais pelas próprias escolas. Me pergunto se eles poderão vender alunos para servir de mão-de-obra em algum país com ditadores legais.

O resto do projeto consiste em ensinar os alunos que não forem vendidos a se tornarem catadores. Eles ganharão prêmios da secretaria de educação por lixo catado, mas por motivos de auto-estima, esses prêmios serão chamados de créditos acadêmico ambientais. Esses créditos poderão ser trocados na reitoria invadida mais próxima de sua casa.

sábado, 20 de outubro de 2007

Minipeça de acordo com a futura lei politicamente correta

- Sérgio, eu te amo!
- Paulo... eu não sou gay.
- Então vá preso! Você está me oprimindo seu maldito preconceituoso!
(Polícia aparece e leva Sérgio)

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Gays do Rio decidem que é necessária um lei para tornar crime a discriminação sexual. Aparentemente, este domingo eles se reuniram aos milhões no Rio para se agarrarem e posar para as câmeras, como alguma forma estranha de protesto. Isso tudo só para tornar a hipotética situação de cima verdadeira. Vai saber onde isso vai dar...

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Stardust

Como o companheiro Jack reclamou que eu não falei do filme bem, aproveito agora pra falar: Stardust é do caralho. E seja quem estiver lendo isso aqui agora, vá ver o filme! E evitem a sessão dublada.

Aproveitem e leiam o livro que deve ser muito bom também. E não se incomodem com o lado macho de Robert de Niro.

domingo, 14 de outubro de 2007

Domingo eu quero ver

Muito me impressiona ver como o pessoal que faz promoção de filmes transforma isso:
In the sleepy English countryside of decades past, there is a town that has stood on a jut of granite for six hundred years. And immediately to the east stands a high stone wall, for which the village is named. Here in the town of Wall, Tristran Thorn has lost his heart to the hauntingly beautiful Victoria Forester. One crisp October night, as they watch, a star falls from the sky, and Victoria promises to marry Tristran if he'll retrieve that star and bring it back for her. It is this promise that sends Tristran through the only gap in the wall, across the meadow, and into the most unforgettable adventure of his life.
Nisso:
"Um conto de fadas mal comportado".

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Aproveitando para um ps: o filme é mó bonitinho e bem feito. Mas cuidado para não entrarem na sessão dublada. Estará cheia de crianças sem entender o filme e rindo do Robert De Niro. Mesmo assim vale a pena ver e rever.
Aproveitando para um pps: o filme acabou me deixando muito curioso em relação ao livro. Então até devo adquiri-lo e colocá-lo em alguma posição de destaque na minha infinita pilha de 'livros a ler'.
Aproveitando para um pps: só pra constar, estou falando de Stardust do Neil Gaiman.

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Eu, educador

Fui me divertir vendo os sete erros que os pais cometiam ao brincar com as crianças. Esperava ver coisas como: ser super-protetor, ser violento, ou abusar sexualmente das crianças. Mas até que houve algumas surpresas boas na lista. Mas é claro que as más sempre vêm junto.

Um dos erros era ser 'sexista'. Bem, isso não é erro, é fato. Tratar um menino com bonecas e jogo de chá é que é errado. Ser sexista é uma necessidade, caso contrário terminaremos com uma geração de homossexuais que vai destruir a classe média quando morrerem.

Outro erro era 'ficar ansioso'. Para a pedagoga da Folha, é normal que o seu filho seja mais burro que a filha do vizinho; então aceite! Não. Não é normal e se seu filho é mais burro que o filho da vizinha, então ele é simplesmente burro e tem que ser cobrado. Caso contrário vai virar um preguiçoso e vai fazer direito em universidade paga, classe C.

Mas agora vem as surpresas. Apontar que os adultos em sua maioria querem ser donos da brincadeira é de fato um erro. Só me lembra aquele pessoal chato que fica animando festas e fazendo as crianças correrem loucamente de um lado para o outro sem motivo algum. Burn them!

Mas o que mais me surpreendeu foi considerar o 'ser politicamente correto' como um erro. Se o pestinha passar horas brincando de briga, deixe! Isso faz parte do desenvolvimento dele seu pai gay e cheio de frescura! Com isso só espero um dia ver um desses pequenos gritando: "Aquecimento global é o caralho! Eu quero é espada laser!".

terça-feira, 9 de outubro de 2007

The Great ol’ Sherlock

Você entra em sua casa sem ser convidado e sequer pensando em cerimônias. Senta a sua frente e cruza as pernas, pedindo que a outra visita saia. Ele o observa com um pouco de tédio entre seu cachimbo e seu jornal e diz que tudo está bem como está. Em seguida diz:

- Só me parece óbvio que você tenha torcido o pé hoje pela manhã quando andava a cavalo pela região de Liverpool; seja ateu; advogado; é canhoto; e que tenha vindo armado até minha casa. Além disso não posso dizer mais nada.

De quem falo em meu breve relato mal elaborado? Ora, de Sherlock Holmes, claro. E obviamente tenho que deixar mais claro ainda que Sir Arthur Conan Doyle faz uma passagem como essa acima, a diferença é que a dele é milênios melhor que a minha. Mas não poderia deixar de citar a capacidade de observação do melhor investigador da literatura mundial (e estava com preguiça de procurar a passagem para trazer spoilers).

O interessante é que mesmo em contos e em romances, Conan Doyle consegue explorar o investigador de forma nova, criativa e (por que não?) foda. Ah, isso mesmo, foda! É o melhor adjetivo para Sherlock.

Afinal um investigador que tem a melhor capacidade de observação existente, é bem informado, sabe se disfarçar e atuar, tem posses, mora só por opção e que investiga por puro prazer só pode ser alguém no mínimo interessante. Suas histórias são narradas por seu único amigo, o doutor Watson, que ao contrário do banana que os cinemas passam, é alguém culto que sempre se impressiona com o quão foda seu amigo é. E apesar de tudo é alguém humano, que calcula todos os riscos que poderá passar e não sai se arriscando com um ego à prova de balas.

O que deixo aqui não é exatamente uma resenha ou uma crítica, mas um convite à leitura deste clássico. Mas não quero agir como a MTV que manda você desligar a tv e ler um livro com atchitchude. É melhor ler um livro com relatos impressionantes e soluções racionais, porém fantásticas. Portanto volto a enfatizar: saia deste blog e vá ler Sherlock Holmes! E nada de frescura em pensar que basta ver um filme ou saber sobre ele na wikipedia. Os livros desse personagem são únicos!

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Utilidade pública

Se você quer navegar pela internet e ainda manter a saúde de seus olhos, então ai vai uma dica muito útil (o corretor ortográfico marcou em vermelho a última palavra e apontou como correção: "fútil". Coincidência??): Evitem sites japoneses.

Eles quase sempre são sites de sacanagem produzidos por gordinhos que usam óculos e franja sobre os olhos. Quando não o são, você com certeza vai notar que o conceito de "visual clean", não está nem perto de chegar no Japão. Aquelas letrinhas estranhas fazem um site alemão parecer simpático. E quando conseguem deixar um site limpinho, aparece uma foto ou uma imagem que deixa tudo muito assustador.

Keep away from that, pelo seu próprio bem.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Trivialidades pra variar

E de repente vendo o site meter, notei que alcancei a visita número 5.000. E foi alguém que procurava algo (provavelmente sério e chato) sobre a "vaidade no livro de dorian gray". Pelo 0 segundo que a visita durou, acho que a pessoa notou que não há seriedade por aqui. Mas se não há seriedade, pelo menos que haja coisas legais (pena elas serem difíceis de achar).

Mas ai vai uma que me tenta a escrever algo sobre Final Fantasy 7. Por enquanto só vai o vídeo.